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domingo, 28 de janeiro de 2007

A carpa aprende a crescer

Passeando pelo G1 tomei coragem e entrei no blog do Paulo Coelho. Comentários a parte (...), ele escreveu de forma mais simpática, uma coisa que na minha opiniao, todo mundo deveria ter em mente. Acho que todos vao se dar conta porquê:

" A carpa japonesa ( koi) tem a capacidade natural de crescer de acordo com o tamanho do seu ambiente. Assim, num pequeno tanque, ela geralmente não passa de cinco ou sete centímetros - mas pode atingir três vezes este tamanho, se colocada num lago.

Da mesma maneira, as pessoas tem a tendência de crescer de acordo com o ambiente que as cerca. Só que, neste caso, não estamos falando de características físicas, mas de desenvolvimento emocional, espiritual, e intelectual.

Enquanto a carpa é obrigada, para seu próprio bem, a aceitar os limites do seu mundo, nós estamos livres para estabelecer as fronteiras de nossos sonhos. Se somos um peixe maior do que o tanque em que fomos criados, ao invés de nos adaptarmos a ele, devíamos buscar o oceano – mesmo que a adaptação inicial seja desconfortável e dolorosa."

E que fique bem claro, eu nao acho que é preciso mudar de país pra crescer. O que eu acho é que a gente tem que buscar sempre mais, buscar sempre novos desafios, novas amizades, conhecer novos lugares, se interessar por novos assuntos, ficar atualizado e principalmente, aprender coisas novas.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2007

vontade de nao fazer nada

Lá fora tá ventando horrores, dia cinzento, pesado, sabe? Só que eu nao estou em casa, to na uni!!! Se estivesse, nao estaria reclamando: perfeito dia pra ficar em casa de baixo das cobertas, fazer uma pipoca e um chocolate quente e ver sessao da tarde. Nao, eu nao me esqueci que aqui nao passa sessao da tarde, mas filme ruim tem em qualquer lugar do mundo e por isso dá na mesma... Mil coisas pra fazer, mas vontade zero.

Ahhhhhhhhhhh que vontade de nao fazer nada!!!

Pronto, desabafei. Agora de volta ao trabalho...

sábado, 30 de dezembro de 2006

Balança de Final de Ano

2006 foi com certeza um ano de muito esforço, muito trabalho, correria, de lutar pela saúde e acima de tudo, de se acostumar com uma fase nova da vida.

Se 2005 foi o ano em que me mudei pra alemanha, comecei um novo estudo, comecei a trabalhar e principalmente a dividir meu espaço com mais alguém – o ano das mudanças - 2006 serviu pra sentar a poeira, respirar fundo e começar, aos pouquinhos, a colher os frutos do que foi plantado no ano anterior.

Cada vez mais eu penso que tudo é uma questao de semear. De ter paciência, de encarar o desafio e mesmo achando que não se é capaz de alguma coisa, fazer, fazer da melhor forma que puder.

Tenho certeza que 2007 vai ser mais trabalhoso, vai ser mais difícil. Mas isso porque eu mesma me desafio a voar cada vez mais alto. A subir mais um degrau.

Para trás ficou a base forte, os pilares que sustentam o que eu sou. Com certeza era muito mais largo e aconchegante antes... Mas para trás não ficaram as pessoas. Vocês que são importantes pra mim, estarão sempre do meu lado, sempre fazendo parte das minhas conquistas. Tudo que eu sou, devo a vocês e tudo que eu quero ser, dedico a vocês.

MUITO PENSAMENTO POSITIVO PARA 2007

quarta-feira, 13 de dezembro de 2006

Natal

Alguém tem aí um pouquinho de pó-espírito-de-natal sobrando? O meu acho que acabou ano passado. Não por falta de estímulos: aqui as feiras de natais são super famosas, o comércio enfeitou suas vitrines até não poder mais e minha irmã não pára de fazer biscoitinhos natalinos...

Talvez devo colocar a página do blog dos meus sobrinhos como página inicial no meu mozilla... Olhando a foto do cabeçalho eu fico torcendo pra que o natal chegue: pelo menos uns dias livres pra ficar curtindo esse dois baixinhos sem peso da consciência!!!

terça-feira, 12 de dezembro de 2006

CRAZY

Hoje uma amiga minha teve que desabafar em meio ao nosso trabalho de grupo. Ela estava muito triste e chocada porque este final de semana um amigo próximo foi internado em uma clínica psiquiátrica. Ele não aguentou a pressão. Ela não sabia como lidar com a situação, nunca tinha passado por isso, nem conhecia alguém com alguma experiência parecida...

Eu particularmente duvido que ela não tenha conhecido ninguém que já tenha “saído da casinha” um dia. Talvez ela apenas não saiba. Eu acho que as pessoas simplesmente não falam sobre isso. Tem vergonha, medo, sei lá. Ajudam, sem se dar conta, a manter essa montanha russa em funcionamento. – “aqui em casa todo mundo é perfeito”...

Tudo tem que ser feito cada vez melhor, as novas ferramentas facilitam a vida da gente, mas exigem maior qualidade, maior eficiência, maior velocidade. Não tem quem não se sinta pressionado, muitas vezes esgotado. Daí a ter um “piripaque”, pra mim, é um piscar de olhos.

E aí eu parei pra pensar... Qual é o meu limite? Eu espero que nunca descubra. Espero que como até então, meus desabafos, minhas irritações, minhas inquietações, minhas explosões e minhas risadas, sirvam de escape.

E fora de brincadeira, já dizia o velho ditado: “de médico e louco todo mundo tem um pouco” – vai descordar?

Trilha sonora pra ler esse texto:

Crazy - Gnarls Barkley
Crazy - Seal